Segurança e eficiência: como as estruturas de armazenagem reduzem custos e paradas operacionais

Em qualquer operação logística, um armazém só funciona bem quando duas premissas caminham juntas: segurança e continuidade operacional. E é justamente nisso que as estruturas de armazenagem — como porta-paletes, drive-in, push back, cantilever, flow rack e demais sistemas — exercem um impacto silencioso, porém gigantesco.

Mais do que “guardar mercadorias”, elas organizam o fluxo, protegem colaboradores e evitam que o estoque se transforme em um gargalo caro.

Neste artigo, você entende por que investir em estruturas adequadas é uma das formas mais inteligentes de reduzir custos e paradas inesperadas.

Por que a armazenagem é tão crítica para o custo logístico?

A armazenagem é responsável por cerca de 25% a 40% do custo logístico total de uma empresa (fonte: referências setoriais). Isso significa que qualquer falha estrutural — tombamento, falta de padronização, baixa densidade de estocagem, avarias frequentes — tem impacto direto no caixa.

Muitas vezes, o prejuízo não vem apenas do dano ao produto, mas da interrupção das operações, que trava recebimento, separação e expedição.

Estruturas bem planejadas previnem acidentes — e isso muda tudo

Um dos maiores custos invisíveis de um armazém é o acidente evitável.

Quando a estrutura é projetada corretamente, ela:

-Mantém a estabilidade mesmo com movimentação intensa de empilhadeiras.

-Garante distância segura entre corredores.

-Resiste ao peso real da operação (e não do projeto idealizado!).

-Evita quedas de pallets, produtos e até colapsos totais.

Essa previsibilidade reduz afastamentos, indenizações e horas paradas — algo que grandes players já tratam como parte do ROI da armazenagem.

A eficiência operacional nasce da organização.

Operações bagunçadas não são apenas feias: elas são caras.

Quando a estrutura é adequada ao tipo de SKU, giro, sazonalidade e volume, o armazém ganha:

-Fluxo lógico e sem cruzamentos de equipamentos

-Rapidez na separação (menos deslocamentos desnecessários)

-Menos avarias por manuseio inadequado

-Mais densidade de armazenagem, aproveitando melhor cada metro quadrado

Com isso, o tempo total de ciclo — um dos indicadores mais usados na logística — diminui automaticamente.

Padronização = menos parada operacional

Um armazém com estruturas antigas, remendadas ou sem padrão vira um campo minado para falhas.

Já a padronização traz:

-Manutenção preventiva simples e barata

-Facilidade para integrar automação (AGVs, transelevadores, sensores etc.)

-Redução drástica das “microparadas” que, somadas, viram horas perdidas

É por isso que empresas que investem em layout e estruturas atualizadas conseguem crescer sem colapsar a operação.

Como escolher a estrutura certa 

Mesmo com tanta tecnologia disponível, a escolha começa pelo básico:

  1. Tipo de produto (volume, peso, fragilidade)
  2. Velocidade de giro
  3. Espaço real disponível
  4. Equipamentos já utilizados na operação
  5. Nível de automação atual e futuro

Com essas definições, é possível desenhar soluções que tragam ganhos rápidos — e escaláveis.

O papel da Allseg nesse processo

A Allseg atua com fornecedores de referência e equipes especializadas que fazem desde o diagnóstico operacional até a entrega da solução completa.

O objetivo não é apenas instalar estruturas: é garantir que elas performem, protejam equipes e reduzam custos no dia a dia.

Com projetos sob medida e integração com tecnologias de automação, a empresa ajuda operações a evoluírem com segurança, sem parar a rotina.

Estruturas de armazenagem não são um detalhe: são uma das bases da eficiência logística moderna.

Quando bem planejadas, elas:

-diminuem paradas,

-elevam a segurança,

-reduzem custos,

-e preparam o armazém para tecnologias futuras.

Para operações que buscam crescer com estabilidade e competitividade, investir na estrutura certa é um passo estratégico — e urgente.

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